Criar um menu QR em minutos, sem registo: pagas ao publicar
8 de agosto de 2026

A maior parte das ferramentas de “marca uma demo” perde-te antes de teres escrito um prato. Querem email, palavra-passe, uma chamada. Tu querias ver se o cardápio digital se parece com o teu restaurante.
A Ordenala está montada ao contrário. Crias o menu QR primeiro. Registas-te quando fores publicar e pagar. Até lá, o trabalho julgas-o tu na pré-visualização — não numa apresentação comercial.
O atrito antes do valor é porque o dono trava
Já levas um espaço. Não tens uma tarde para um onboarding.
Se o primeiro ecrã é um formulário, fechas o separador e reimprimes mais uma vez. É racional. Já te queimaram com software que no ecrã de captura se via bem e com a ementa real era torpe.
A prova honesta é: podes pôr o teu logótipo, os teus pratos, os teus preços de bar e terraço, e vê-lo num mockup de telemóvel sem criar conta? Se sim, em minutos sabes se este código QR de restaurante é para ti.
O que podes montar antes de pedirem um email
No fluxo de criar configures o negócio e a ementa:
- Logótipo, cores, imagem de capa, horários, mapa, redes
- Localizações (bar, terraço, sala) com preços próprios e uma mensagem opcional
- Grupos de pratos, com fotos, doses e ícones oficiais dos 14 alergénios
- Idiomas — traduzes nomes e descrições; a interface já está traduzida, até 10 idiomas no Premium
O cliente nunca precisará de uma app. Tu não deverias precisar de um login para o confirmar.
A pré-visualização é o ponto. Se o menu não se parece com o teu sítio, não gastaste dinheiro nem deste um cartão.
Publicar é quando a conta existe
Quando o cardápio digital está bem, escolhes como sai à luz:
- Basic: uma rota interna. Rápido a um QR que funciona na mesa.
- Standard: subdomínio mais site informativo, para o restaurante ter um URL que se lembra e que a pesquisa pode tratar como site — mais localizações e idiomas.
- Premium: subdomínio e site informativo, até 8 localizações, até 10 idiomas, mais fotos por prato, opiniões para o email que indicares.
O checkout é o momento do registo. Não o momento da curiosidade.
Se sais e voltas antes de pagar, o fluxo de criar guarda o avanço. Não te pune por ires ao serviço e voltares depois do rush.
Porque isto não é um brinquedo grátis para sempre
“Sem registo” não é um truque para largar menus a meio na internet. O trabalho sem publicar é teu. O QR público e a rota ou subdomínio ocupados existem quando a subscrição está ativa.
Essa separação importa. Tens o efeito de teres construído a ementa — já investiste o tempo — sem uma página pública a meio. O cliente só vê o que decidiste publicar.
O QR que imprimes é o último passo físico
Uma vez publicado, imprimes o código (com o teu logótipo no Standard e no Premium). Mesas, bar, hall do hotel. Depois, as alterações vão no painel: preços, pratos esgotados, fotos, traduções. Sem reimprimir. Sem descarga para o cliente.
O mesmo link vale no Instagram e no WhatsApp. Não criaste três ementas. Criaste uma e escolheste quando se tornou real.
Se outras ferramentas pediam uma reunião antes da pré-visualização, salta a reunião. Um cardápio digital com fotos, alergénios oficiais e idiomas julga-se no telemóvel, não numa chamada. Quando estiver pronto, publicas e o código QR do restaurante sai para as mesas.
Criar o meu menu QR agora — sem conta até publicar. Se se parece com o teu restaurante, escolhes plano. Se não, perdeste uma hora, não um contrato.