Preços diferentes no bar, no terraço e na sala com um só menu QR
9 de agosto de 2026

Já tens duas ou três ementas. Só finges que são uma.
A imperial no bar não é a imperial no terraço. A lista de petiscos da sala é mais longa. Alguns pratos não saem do balcão. O papel resolve isto mal: listas a mais, suplementos à mão ou um empregado que tem de dizer “lá fora custa mais” e esperar que o cliente não se sinta enganado.
Um menu QR com preços por localização deixa a diferença por escrito. O cliente escolhe onde está sentado. O cardápio digital mostra os pratos e preços dessa zona.
O cliente não se zanga com o preço de terraço. Zanga-se com a surpresa.
Um suplemento de terraço é normal. Descobri-lo na conta não.
Se a única forma de saber é perguntar, treinas as pessoas a desconfiar da ementa. Se imprimes três versões, à quinta-feira terás a errada na mesa errada.
Os preços por localização fecham a conversa antes de começar:
- Bar: lista mais curta, preços de bar, pratos que só serves de pé
- Terraço: a mesma bebida com o preço de exterior, claro
- Sala: grupos completos, doses, os pratos que não mandas para o balcão
Uma digitalização. Escolhem a zona. Deixas de narrar a tarifa.
Um código QR, várias localizações — não várias reimpressões
Na Ordenala crias localizações (até 2 no Basic, 4 no Standard, 8 no Premium). Cada uma pode ter nome, ícone e uma mensagem curta. Um prato pode existir numa zona e não noutra. O mesmo prato pode ter preços e doses diferentes por zona.
Atualizas isso sem reimprimir. Quando sobes o café de terraço em julho, o QR da mesa não muda. O número sim.
Esconde um petisco quando se esgotou no bar; deixa-o na sala se a cozinha ainda o emplata. É o contrário de um marcador sobre plástico.
Fotos e alergénios continuam em cada zona
Um cliente no bar continua a ser um cliente com alergia. Um turista no terraço continua a querer o prato no idioma dele.
O cardápio digital mantém o resto do produto com o preço:
- Fotos por prato
- Ícones oficiais dos 14 alergénios e filtros
- Até 10 idiomas, com deteção do idioma do telemóvel
- Sem app para o cliente
Não escolhes entre “preços por zona” e “uma ementa a sério”. Tens os dois no mesmo código QR de restaurante.
A equipa deixa de mediar o suplemento
Na hora de ponta ninguém quer explicar porque a mesa 4 pagou menos do que a 18. Quando o menu QR nomeia a localização, a conta coincide com o que viram.
Também reduz erros: um empregado novo não inventa um preço. A zona que confirmaram é a zona que deveria ir no ticket.
Começa sem registo, publica quando as zonas forem honestas
Monta localizações e pratos no fluxo de criar. Vê a pré-visualização. Regista-te ao publicar.
- Basic: rota interna, duas localizações — bastante para bar + terraço num espaço pequeno
- Standard: subdomínio, site informativo, quatro localizações, mais idiomas
- Premium: subdomínio, site informativo, oito localizações — outlets de hotel, bar da piscina, cortes tipo room service
O site informativo de Standard e Premium serve quando alguém abre o link a partir do Instagram e precisa de horários e mapa antes de se preocupar com o preço de terraço.
Se continuas a riscar “bar / terraço” no papel, estás a fazer a lógica de localizações à mão. Mete-a na ementa. O cliente digitaliza, escolhe a zona e pede. Tu atualizas sem reimprimir.
Criar o meu menu QR e deixa bar, terraço e sala como funcionam de verdade. Sem conta até publicar.