Tapas, porções e preços: o menu QR que reflete como serves
17 de agosto de 2026

Em muitos espaços o prato não tem um preço. Tem vários: tapa, meia, porção. Às vezes também bar e terraço. No papel isso vira um parágrafo ilegível ou uma nota de rodapé que ninguém lê.
O cliente pede “uma de lulas” e o serviço tem de perguntar o tamanho. Perde-se tempo. O ticket erra. Discute-se o recargo do terraço.
O papel achata o que a cozinha diferencia
Uma linha não cabe tapa e porção com empratamentos diferentes. Um PDF pior: o cliente faz zoom e mesmo assim mistura colunas. O Instagram mostra um preço e a mesa outro.
Um menu QR digital pode listar porções do mesmo prato com preços próprios — e, se preciso, preços diferentes conforme a localização.
Assim montas na Ordenala
Crias o prato uma vez. Acrescentas porções. Atribuis localizações (bar, terraço, salão) e ocultas as que não aplicam. A mensagem opcional da localização pode explicar o recargo do terraço sem um discurso.
Fotos diferentes por prato ajudam a ver que a porção não é “a tapa grande”. Alergénios e idiomas viajam com o prato; não os copias para três PDFs.
Basic dá duas localizações: chega para bar e terraço em muitos bares. Standard e Premium sobem a 4 e 8 se o hotel ou o grupo tiver mais zonas.
Menos perguntas, tickets mais limpos
- O cliente escolhe o tamanho no telemóvel antes de levantar a mão
- O terraço não é surpresa ao pagar
- O mesmo prato não se duplica em três grupos só para mudar o preço
- O WhatsApp e a mesa mostram as mesmas porções
Tu continuas a recomendar. Deixas de recitar a ementa de memória.
Desenha sem conta e publica quando os preços forem verdadeiros
A pré-visualização é o teste: se um desconhecido percebe tapa vs porção sem perguntar, a carta funciona. Pagas ao publicar. O QR da mesa imprime-se uma vez.
Criar o meu menu QR — porções e zonas como funcionam de verdade. Sem registo até publicar.