Fotos no menu QR: o prato vende-se antes de chegar à mesa
15 de agosto de 2026

No papel, o prato é uma linha. No telemóvel do cliente, se não há foto, continua a ser uma linha — só que mais pequena. Depois pergunta. O serviço descreve. O do lado pede o mesmo “por se acaso”. Ou pede o de sempre.
Um cardápio digital com fotos não é decoração. É como o cliente decide sem interromper o passe.
“Como é?” é tempo que não faturas
Na hora de ponta, cada explicação de um prato é atraso. O turista não percebe a descrição. O local pede “o da foto do Instagram”, que às vezes já não está.
Se a foto vive no menu QR, cada pessoa vê ao mesmo tempo, no seu idioma, com alergénios a um toque. Tu continuas a tomar a comanda. Deixas de ser o catálogo.
Não é um banco de imagens de 2019
O cliente distingue stock da tua cozinha. A Ordenala deixa carregar fotos por prato (1 no Basic, até 5 no Standard, até 10 no Premium) e escolher qual aparece na lista do grupo.
Quando muda o empratamento, mudas a foto. Não reimprimes a ementa. Não envias um PDF novo para o Instagram. O mesmo menu QR da mesa é o da bio.
O que a foto faz pelo ticket
- A sobremesa que “ninguém pede” aparece e pede-se
- A porção percebe-se ao lado da tapa sem um discurso
- O prato da época vê-se, não se explica
- Menos devoluções por “não era o que imaginava”
Não substitui uma boa cozinha. Tira o nevoeiro entre a cozinha e a mesa.
Começa sem registo e julga a pré-visualização
Montas grupos, pratos e fotos no mockup. Se não se parece com o teu espaço, não pagaste. Quando publicares, Basic cobre a mesa; Standard e Premium acrescentam subdomínio, site informativo e mais fotos por prato.
Imprime o QR do restaurante uma vez. Atualiza as fotos no telemóvel quando a época ou o fornecedor se mexerem.
Criar o meu menu QR — adiciona fotos reais, não um recorte da ementa de papel. Sem conta até publicar.